Já nas bancas e tão perto de si...
quinta-feira, fevereiro 11, 2010
segunda-feira, fevereiro 08, 2010
Âme
«Os sentidos aos quais o homem se apresenta como objecto artístico são a visão e a audição; à visão representa-se o homem exterior, à audição o homem interior.» Richard Wagner (1849), A obra de arte do futuro, Antígona, 2003 p. 45.
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sexta-feira, fevereiro 05, 2010
"Bauhaus: arquitectura e causa pública"

O Colóquio "Bauhaus: arquitectura e causa pública", constitui uma iniciativa integrada na XII Semana Cultural da Universidade de Coimbra, e promove-se pela Secção de Artes do Departamento de História, Arqueologia e Artes da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC), Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra (CEIS20), Centro de Estudos Arqueológicos das Universidades de Coimbra e Porto (CEAUCP), Colégio das Artes (UC) e Trienal de Arquitectura de Lisboa.
O Colóquio realizar-se-á no dia 3 de Março de 2010 no Auditório da Reitoria da Universidade de Coimbra, visando promover o debate sobre a relação entre o universo estético e o espaço político. Procurará, ainda, divulgar a história da Bauhaus, cujo 90.º aniversário recentemente se registou, reinterpretando-a num contexto contemporâneo e transcultural, bem como problematizar o conceito de «moderno» e respectivas balizas.
Programa do Colóquio:
9h00 – Recepção dos participantes. Entrega da documentação.
9h30 – Sessão de abertura
10h00 – Conferência inaugural: Werner Möller (Fundação Bauhaus Dessau), Bauhaus: what are we talking about?
11h00 – Pausa para café
11h15 – Pedro Vieira de Almeida (ESAP-CEAA), Evolução e politização do conceito de moderno – o papel da Bauhaus
12h15 – Jacinto Rodrigues (FAUP), Revisitar e aprender com a Bauhaus
12h45 – Debate
Pausa para almoço
14h00 – António Sousa Ribeiro (FLUC), Uma modernidade ameaçada. Arte, cultura e política na República de Weimar
14h30 – Joana Brites (FLUC; CEIS20), Moderno, modernos
15h00 – Debate
15h30 – Pausa para café
16h00 – Ana Vaz Milheiro (ISCTE;UAL), Influências da Bauhaus nas arquitecturas brasileira e africana
16h30 – Delfim Sardo (FLUC; Colégio das Artes), Pensar a Bauhaus hoje
17h00 – Debate e encerramento
18h30 – Inauguração da exposição da Colecção Paulo Parra: Entre a Bauhaus e o novo racionalismo (Galeria de Exposições Temporárias do Museu Antropológico da Universidade de Coimbra)
segunda-feira, novembro 02, 2009
quinta-feira, outubro 15, 2009
terça-feira, agosto 18, 2009
coisas de que se ouviram e que jamais podem esquecer-se
(conversa entre mulheres num banho turco de um espaço hoteleiro em Tróia, Portugal)
...
─ Então onde é que ela passou férias?
─ Em Porto Seguro, na Madeira… ou no Funchal…
─ Porto Seguro do Funchal? Mas Porto Seguro não é nos Açores?
─ Ah pois é… baralho sempre isso, é nos Açores, é.
...
...
─ Então onde é que ela passou férias?
─ Em Porto Seguro, na Madeira… ou no Funchal…
─ Porto Seguro do Funchal? Mas Porto Seguro não é nos Açores?
─ Ah pois é… baralho sempre isso, é nos Açores, é.
...
terça-feira, julho 21, 2009
sem título
You are my flesh
You are my bones
You are endless shifting tones
You are my eyes you are my ears
You are the salt within my tears
You are my noise you are my sound
You are the dark and shifting ground
You are my yes you are my no
You are rarely wrong i know
So move with me
With me removed
You are my down you are my up
You're so now never give up
You are my last you are my first
You are my good luck and my worst
You are my love you are my pay
You see green when i see grey
You are my bad i am your good
There are words misunderstood
So move with me
With me removed
You are my fingers i am your hand
I am your three man one man band
You are my breath i am your tongue
I feel old when you look young
I am your feet you are my toes
Where you come from no-one knows
I am your vision
You are my scent
I am borrowed you are lent
I am nervous you are calm
I see lines upon your palm
I am close we are near
Though the ending is not clear
We are seperate we are one
The division has begun
You are my future i am your past
Even music will not last
So move with me
With me removed
You and us together
Together in this room
You will not remember
This passing moment soon
I am nervous you are calm
I see lines upom your palm
I am close we are near
Though the ending is not here
We are seperate we are one
The division has begun
You are my future i am your past
Even music will not last
So move with me
With me removed
You and us together
Together in this room
You will not remember
This passing moment soon
.................................
terça-feira, junho 30, 2009
quinta-feira, junho 25, 2009
coisas de pedagogia entre outros assuntos pertinentes
Ontem estive a ver e a ouvir as palavras de Nuno Crato num canal de televisão portuguesa. E acreditei (corroborando) em tudo quanto ouvi, esperando que as palavras ali ditas entrassem, tranquilamente, em todas as casas por este país fora (ou dentro), porque elas são necessárias, especialmente na conjuntura (educativa, cultural e científica, entre outras) em que vivemos.
É urgente que o país se dê conta de que está a retroceder, degradando-se. É que a degradação de um país parte, como se sabe, da formação dos seus cidadãos, e quando eles não são formados, quando a desacreditação das fundações do conhecimento é prática corrente, não pode, qualquer que seja a sociedade moderna, tornar-se numa sociedade de facto, atendendo aos predicados que a ela convêm imputar-se.
Felizmente que nem todos estão de olhos vendados, e que há, mesmo que poucos, alguns sujeitos que reflectem sobre estes assuntos estruturantes com inteligência e com verticalidade, expondo, com a clareza que importa a estes assuntos, que o caminho da formação, desde os primeiros anos de vida dos sujeitos em processo formativo, passa pelo trabalho e pelo esforço, pela memorização, pela repetição de exercícios, pela sistematização, pela prática, ainda que mal compreendida, mas depois absorvida, pela activação de mecanismos adstritos à aquisição de conhecimento.
As modernas práticas de formação instigam, segundo Nuno Crato, e que todos nós testemunhamos, à auto-aprendizagem e à motivação individual mas, todavia, não pode um sujeito, e independentemente da sua idade (ou grau de formação), motivar-se sem conhecer, já que é a própria(e constante)aquisição de conhecimento que proporciona um crescendo de motivação. Trata-se de um processo circular, e não de um esquema linear de aprendizagem.
Recordo outro assunto tratado na entrevista de ontem, e que toca a questão daquilo que podemos designar como a aprendizagem a brincar... Quando as prática pedagógicas atendem à forma como devem ensinar-se os aprendentes, investindo-se sobremaneira no aspecto, quanto mais apelativo em termos de formas e de cores e de esquemas que, eventualmente, motivem os formandos, ao invés de investir na qualidade do ensino, alicerçado nas raízes que o devem fundar, tais como oferecer as ferramentas de trabalho de forma orientada, fortalecer os esquemas de aquisição de conhecimento, instigar ao esforço e à prática repetitiva, alargar o espectro de assuntos, explicar o sentido que todos os assuntos possuem de forma transdisciplinar, ou, numa palavra, ensinar (de um lado) para aprender (de outro).
Também eu credito que um formando, para aprender, tem de esforçar-se, tem de memorizar e tem, depois disso, de compreender. Trata-se de um processo que começa, tal como Nuno Crato defende, a partir do grau zero do conhecimento, ou seja, os nossos estudantes começam, no ensino básico, a trabalhar assuntos e a activar mecanismos mesmo antes de se darem conta do que efectivamente estão a praticar, e mesmo sem saberem o que estão, na verdade, a conceber. O que estimula estes aprendentes é, precisamente, a luta que dá este processo e a vitória do alcance de resultados, mesmo que ainda desconhecidos, ou mesmo que desconhecido seja o objectivo desses resultados. Com o tempo, e com o crescendo destas práticas (entre outras que o ensino tradicional promove) surge, no horizonte destes estudantes, ainda que de forma esboçada e incompleta, a razão que levou o professor à prática sistemática do processo que ele viveu.
Trata-se de um caminho longo e duro, mas que forma o sujeito e que lhe oferece a possibilidade de, mais tarde, adquirir, então de forma mais individual, mas alicerçada, outros níveis de conhecimento. O crescimento do estudante desde o primeiro ano faz-se de forma espiralada, diria eu.
Ficam aqui outros textos, da autoria de Nuno Crato, que servem como exemplos da qualidade das suas ideias que, por seu turno, são o fruto de uma pesquisa séria sobre estes assuntos que ao país deveriam importar mais do que outros... sob pena de uma hipoteca com base na alienação e na ausência de formação dos indivíduos que a compõem.
É urgente que o país se dê conta de que está a retroceder, degradando-se. É que a degradação de um país parte, como se sabe, da formação dos seus cidadãos, e quando eles não são formados, quando a desacreditação das fundações do conhecimento é prática corrente, não pode, qualquer que seja a sociedade moderna, tornar-se numa sociedade de facto, atendendo aos predicados que a ela convêm imputar-se.
Felizmente que nem todos estão de olhos vendados, e que há, mesmo que poucos, alguns sujeitos que reflectem sobre estes assuntos estruturantes com inteligência e com verticalidade, expondo, com a clareza que importa a estes assuntos, que o caminho da formação, desde os primeiros anos de vida dos sujeitos em processo formativo, passa pelo trabalho e pelo esforço, pela memorização, pela repetição de exercícios, pela sistematização, pela prática, ainda que mal compreendida, mas depois absorvida, pela activação de mecanismos adstritos à aquisição de conhecimento.
As modernas práticas de formação instigam, segundo Nuno Crato, e que todos nós testemunhamos, à auto-aprendizagem e à motivação individual mas, todavia, não pode um sujeito, e independentemente da sua idade (ou grau de formação), motivar-se sem conhecer, já que é a própria(e constante)aquisição de conhecimento que proporciona um crescendo de motivação. Trata-se de um processo circular, e não de um esquema linear de aprendizagem.
Recordo outro assunto tratado na entrevista de ontem, e que toca a questão daquilo que podemos designar como a aprendizagem a brincar... Quando as prática pedagógicas atendem à forma como devem ensinar-se os aprendentes, investindo-se sobremaneira no aspecto, quanto mais apelativo em termos de formas e de cores e de esquemas que, eventualmente, motivem os formandos, ao invés de investir na qualidade do ensino, alicerçado nas raízes que o devem fundar, tais como oferecer as ferramentas de trabalho de forma orientada, fortalecer os esquemas de aquisição de conhecimento, instigar ao esforço e à prática repetitiva, alargar o espectro de assuntos, explicar o sentido que todos os assuntos possuem de forma transdisciplinar, ou, numa palavra, ensinar (de um lado) para aprender (de outro).
Também eu credito que um formando, para aprender, tem de esforçar-se, tem de memorizar e tem, depois disso, de compreender. Trata-se de um processo que começa, tal como Nuno Crato defende, a partir do grau zero do conhecimento, ou seja, os nossos estudantes começam, no ensino básico, a trabalhar assuntos e a activar mecanismos mesmo antes de se darem conta do que efectivamente estão a praticar, e mesmo sem saberem o que estão, na verdade, a conceber. O que estimula estes aprendentes é, precisamente, a luta que dá este processo e a vitória do alcance de resultados, mesmo que ainda desconhecidos, ou mesmo que desconhecido seja o objectivo desses resultados. Com o tempo, e com o crescendo destas práticas (entre outras que o ensino tradicional promove) surge, no horizonte destes estudantes, ainda que de forma esboçada e incompleta, a razão que levou o professor à prática sistemática do processo que ele viveu.
Trata-se de um caminho longo e duro, mas que forma o sujeito e que lhe oferece a possibilidade de, mais tarde, adquirir, então de forma mais individual, mas alicerçada, outros níveis de conhecimento. O crescimento do estudante desde o primeiro ano faz-se de forma espiralada, diria eu.
Ficam aqui outros textos, da autoria de Nuno Crato, que servem como exemplos da qualidade das suas ideias que, por seu turno, são o fruto de uma pesquisa séria sobre estes assuntos que ao país deveriam importar mais do que outros... sob pena de uma hipoteca com base na alienação e na ausência de formação dos indivíduos que a compõem.
quarta-feira, maio 20, 2009
de dentro para fora e de fora para dentro
olho para fora e vejo para dentro. mal consigo alcançar o que está fora. mas sei o que está dentro. quero sair de dentro para fora. ver o fora como vejo o dentro… .
take me out of your skin
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quarta-feira, maio 06, 2009
III CICLO DE CONFERÊNCIAS PARA O ESTUDO DOS BENS CULTURAIS DA IGREJA

28, 29 e 30 de Maio de 2009
Centro Cultural do Patriarcado de Lisboa
UCP, Lisboa | Aud. 2
Personalidades marcantes no panorama eclesiástico do seu tempo, apesar de reconhecida a sua acção pastoral, política ou, até mesmo, cultural, pouco destaque tem merecido o desempenho mecenático exercido por muitas dessas figuras da Igreja em Portugal.
Com um papel fundamental na aquisição de obras de arte, o seu carácter empreendedor revela-se ainda pelo apoio efectivo concedido às artes, não apenas por via do patronato ou da encomenda, mas também pela intervenção activa em todo o processo criativo.
Conscientes da importância pastoral e política que os meios visuais exercem, assumiram, não raras vezes, como um dos desígnios das suas funções, o melhoramento das respectivas dioceses, ordens religiosas, igrejas ou conventos.
O acesso a alguns dos principais centros artísticos internacionais, a que posição de alto prestígio de que gozavam não era alheia, convertia-os também em reais agentes de modernidade estética e cultural do seu tempo. Motivados pelas necessidades da liturgia e do cerimonial, foram fundamentais na actualização discursiva de inúmeras realizações, que se perpetuam hoje como testemunhos vivos dos seus patronos.
Responsáveis por empreendimentos de singular qualidade no panorama artístico nacional, o presente Ciclo de Conferências visa, não apenas oferecer um mais completo e actualizado conhecimento do perfil biográfico de cada uma dessas figuras, mas, sobretudo, promover o debate em torno do papel da Igreja na construção do seu importante legado patrimonial ao longo dos tempos.
Com o Alto Patrocínio de S. Ema.,
o Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa,
D. José da Cruz Policarpo
Programa
MECENAS E PATRONOS. A Encomenda Artística e a Igreja em Portugal
III Ciclo de Conferências para o Estudos dos Bens Culturais da Igreja
28 de Maio
PRELADOS E MECENAS
09:00h - Recepção dos participantes
09:15h - Abertura - António Pedro Boto de Oliveira - Centro Cultural do Patriarcado de Lisboa
1º PAINEL | MODERADOR: NUNO SALDANHA
09:30h - «O mecenato artístico do arcebispo Dom Gonçalo Pereira na Sé de Braga: um caso exemplar de mecenato episcopal no Portugal medievo» - José Custódio Vieira da Silva e Joana Ramôa | IHA - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/Universidade Nova de Lisboa
10:00h - «O Mecenato de D. Diogo de Sousa, arcebispo de Braga (1505-1532)» - Rui Maurício | Escola Superior Artística do Porto
10:30h - «D. Miguel da Silva (1526-1542), bispo de Viseu» - Sylvie Deswarte-Rosa CNRS Lyon
DEBATE
11:10h - INTERVALO
2º PAINEL | MODERADOR: RUI MAURÍCIO
11:20h - «O mecenato artístico de D. Frei Brás de Barros (c.1500-1561)» Pedro Flor - Universidade Aberta; IHA - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/Universidade Nova de Lisboa
11:50h - «D. Jorge de Almeida (1531-1585): a renovação espiritual e a reconstrução da Antiguidade na diocese de Coimbra» - Maria de Lurdes Craveiro, Faculdade de Letras/Universidade de Coimbra
12:20h - «O mecenato artístico de D. Frei Aleixo de Meneses (1559-1617)» - Carla Alferes Pinto | Museu do Oriente
DEBATE
13:00 h ALMOÇO
3º PAINEL | MODERADOR: ANTÓNIO PEDRO BOTO DE OLIVEIRA
14:30h - «Entre Roma e Lisboa: escultura, pintura e ourivesaria na colecção de arte italiana do prelado diplomata D. Luís de Sousa (1637-1690), bispo de Lamego e arcebispo de Braga» - Teresa Leonor M. Vale | CEPESE - Faculdade de Letras/Universidade do Porto; Bolseira FCT
15:00h - «D. João de Sousa (1647-1710), bispo do Porto, arcebispo de Braga e de Lisboa. Vida e acção mecenática» - Maria João Pereira Coutinho | Doutoranda na Faculdade de Letras/Universidade de Lisboa; Bolseira FCT
15:30h - «O mecenato do arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles no 1º terço do século XVIII» - Manuel Joaquim Moreira da Rocha | Faculdade de Letras/Universidade do Porto
DEBATE
16:15h - INTERVALO
4º PAINEL | MODERADOR: SANDRA COSTA SALDANHA
17:00h - «Frei José Maria Fonseca e Évora (1690-1752), bispo do Porto» - Nuno Saldanha | Escola das Artes/Universidade Católica Portuguesa
17:30h - «Frei Manuel do Cenáculo (1724-1814): um mecenas da ilustração católica» - Joaquim Oliveira Caetano | Museu de Évora
18:00h - «A Obra Mecenática dos Prelados da Casa dos Condes de Vale de Reis» - Filipe Folque de Mendóça
DEBATE
29 de Maio
OBRAS E ENCOMENDADORES
09:30h - Recepção dos participantes
5º PAINEL | MODERADOR: SANDRA COSTA SALDANHA
09:45h - «O túmulo do infante D. Afonso de Portugal (1390-1400) e o mecenato dos arcebispos de Braga» - Marisa Costa | Bolseira de investigação do Instituto dos Museus e da Conservação
10:15h «Dom Frey Gomez e os frescos do Claustro das Laranjas na Abadia de Florença: Ascensão e queda do abade português e suas implicações na formação e percurso artístico do pintor João Gonçalves» - Rosário Gordalina | Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana/Sistema de Inventário para Património Arquitectónico
10:45h - «O Patriarca da Etiópia, a igreja da sua terra e o notável conjunto de paramentos litúrgicos que lhe enviou da Índia» - Arlindo Manuel Caldeira | CHAM/Universidade Nova de Lisboa
DEBATE
11:30h INTERVALO
6º PAINEL | MODERADOR: NUNO SALDANHA
11:45h - «Uma empresa contínua: O Palácio da Mitra Episcopal de Coimbra e os seus patronos» - Milton Pedro Dias Pacheco | Departamento dos Bens Culturais/Diocese de Coimbra
12:15h - «A acção mecenática de D. Tomás de Almeida no Santuário do Senhor da Pedra em Óbidos» - Inês Felício | Rede de Museus e Galerias de Óbidos
DEBATE
13:00h ALMOÇO
7º PAINEL | MODERADOR: CARLOS A. MOREIRA AZEVEDO
14:30h - «A actividade mecenática do arcebispo D. José de Bragança na Igreja do Convento do Carmo, de Guimarães (1746-1754)» - António José de Oliveira | Agrupamento de Escolas Arqueólogo Mário Cardoso
15:00h - «Fr. João de Nossa Senhora (1701-1758) e as encomendas ao escultor José de Almeida: patronato e mediação artística» - Sandra Costa Saldanha | Centro Cultural do Patriarcado de Lisboa
15:30h - «O Magnífico Reitor: a reforma da Universidade e a actividade artística de D. Francisco de Lemos» - António Filipe Pimentel | Faculdade de Letras/Universidade de Coimbra
DEBATE
16:15h INTERVALO
8º PAINEL | MODERADOR: ANTÓNIO PEDRO BOTO DE OLIVEIRA
16:30h - «Acção mecenática de D. Manuel Correia de Bastos Pina: O santuário do Divino Senhor da Serra de Semide» - Regina Anacleto | Faculdade de Letras/Universidade de Coimbra
17:00h - «Arquitectura e religião – patronato em itinerários periféricos» - José Fernando de Castro Gonçalves | Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia/Universidade de Coimbra
17:30h - «O Padre Matos Soares e a Igreja da Senhora da Conceição no Porto: Do sonho de uma igreja paroquial moderna à construção de um espaço a várias mãos» Domingas Vasconcelos | Divisão Municipal de Património Cultural/Câmara Municipal do Porto
DEBATE
30 de Maio
PATRONATO E INSTITUIÇÕES
09:30h - Recepção dos participantes
9º PAINEL | MODERADOR: NELSON CORREIA BORGES
09:45h - «Mecenato e encomenda de pintura mural nos séculos XV e XVI para igrejas paroquiais do Norte de Portugal» - Paula Bessa | Departamento de História/Universidade do Minho
10:15h - «Encomenda e mecenato artístico quinhentista, o caso dos encargos escultóricos na cidade de Coimbra» - Carla Alexandra Gonçalves | Universidade Aberta; CEAUCP/CAM
10:45h - «Mecenato prioral e episcopal em S. Domingos de Benfica» - Fr. António-José de Almeida, OP | Pós-doutoramento na Universidade Marc Bloch de Estrasburgo e Universidade do Porto; Bolseiro FCT
DEBATE
11:30h INTERVALO
10º PAINEL | MODERADOR: NUNO SALDANHA
11:45h - «A acção mecenática das abadessas trienais do mosteiro de S. Bento de Cástris e a intervenção no espaço conventual» - Antónia Fialho Conde | CIDEHUS - Departamento de História/Universidade de Évora
12:15h - «Uma abadessa barroca de Lorvão: D. Bernarda Teles de Meneses» - Nelson Correia Borges | Faculdade de Letras/Universidade de Coimbra
DEBATE
13:00h - ALMOÇO
11º PAINEL | MODERADOR: ANTÓNIO PEDRO BOTO DE OLIVEIRA
14:30h - «E as “capelas”? Encomendadores e mecenato nas ermidas da cidade de Lamego (séculos XVI a XVIII)» - Nuno Resende | Bolseiro FCT; CEPESE - Faculdade de Letras/Universidade do Porto
15:00h - «Patronos da arte dos sons: o sistema produtivo da música sacra na Patriarcal e na Capela Real de Lisboa entre 1750 e 1807» - Cristina Fernandes | Unidade de Investigação em Música e Musicologia/Universidade de Évora
DEBATE
15:45h INTERVALO
12º PAINEL | MODERADOR: SANDRA COSTA SALDANHA
16:00h - «O papel pioneiro da Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo de Faro na introdução do Rococó no Algarve» - Francisco Lameira | Faculdade de Ciências Humanas e Sociais/Universidade do Algarve
16:30h - «A Irmandade de N. Sra. da Encarnação e as directrizes litúrgicas numa encomenda a Joaquim Machado de Castro» - António Pedro Boto de Oliveira | Centro Cultural do Patriarcado de Lisboa
17:00h - «A encomenda artística no Santuário de Fátima: as obras do último quartel do século XX» - Marco Daniel Duarte | Departamento de Arte e Património/Museu do Santuário de Fátima
DEBATE
17:45h – Encerramento - D. José da Cruz Policarpo
quinta-feira, abril 23, 2009
já agora, por falar em dear e em remixes... porque não?
... se bem que o original é bem melhor! (cf. infra...)
terça-feira, abril 21, 2009
por detrás do vidro negro em que me acabo
ouço um piar baixinho, vindo de dentro e que clama,
clamando seus clamamentos,
com seus clamares afoitos,
mas num piar baixinho, como um sufoco que chora,
chora, seus choramentos.
e por detrás do vidro negro em que me encerro
não vejo o mundo, e nem o sinto,
porque provindo de dentro dele não ouço nada...
só o teu clamar baixinho,
teu clamamento,
que junto ao meu me encerra por detrás do vidro,
num desmedido jorro de choramentos.
clamando seus clamamentos,
com seus clamares afoitos,
mas num piar baixinho, como um sufoco que chora,
chora, seus choramentos.
e por detrás do vidro negro em que me encerro
não vejo o mundo, e nem o sinto,
porque provindo de dentro dele não ouço nada...
só o teu clamar baixinho,
teu clamamento,
que junto ao meu me encerra por detrás do vidro,
num desmedido jorro de choramentos.
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duas palavras de quase fim,
se me perguntardes
Compete-me rasgar as folhas em que escrevi vendavais.
Compete-me lançar fogo aos desalinhos da mente.
Compete-me fechar os olhos ao mundo que me desvia.
Compete-me, enfim, a mesma dor.
e Cumpre-se um destino cheio de nadas.
Compete-me lançar fogo aos desalinhos da mente.
Compete-me fechar os olhos ao mundo que me desvia.
Compete-me, enfim, a mesma dor.
e Cumpre-se um destino cheio de nadas.
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duas palavras de quase fim,
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terça-feira, abril 14, 2009
por vezes as boas notícias passam discretamente sob o nosso olhar entorpecido
Noticia-se hoje, no Público, e também nos jornais locais, o projecto de investigação transdisciplinar em curso desde há uns anos, e que merece os encómios que os media lhe reservam, em boa hora.
A moderna história da arte concebe-se deste modo, utilizando uma equipa de investigação transdisciplinar norteada em favor de uma causa, ou de um problema teórico que urge resolver-se. As ciências ditas sociais e humanas devem mover-se, em termos metodológicos, e com as devidas alterações promovidas pelos meios que possuem para produzir hipóteses e para diminuir os erros, no mesmo horizonte que as ciências ditas exactas e, nessa medida, concebe-se o objecto de trabalho como um problema que merece resolução integrada. A tecnologia ao serviço da história da arte (ou o contrário) promove um conjunto de bens ciéntíficos de grande fortuna cultural. E o que escapa a uns, enquanto processo de trabalho, pode não escapar a outros, consubstanciando-se assim um elo de conhecimento integrado que merece aplausos, e que dispõe a levantar os véus ao tempo, conduzindo-nos por outros caminhos que, até então, faziam parte de um horizonte utópico e irreal.
Neste sentido, a feliz e oportuna companhia científica, miscigenando a Física, a Química e a História da Arte, surte efeitos devastadores.
Dedicando alguns dos meus anos a investigar o trabalho escultórico coimbrão quinhentista, senti a falência do trabalho teórico sem a justa coadjuvação com os meios tecnológicos que a moderna ciência (também) coloca, com grande facilidade, à disposição das ciências humanas. O estudo consertado da arte é assim mesmo que tem de realizar-se, nesta integração científica onde se cruzam saberes solidificados, produzindo-se resultados que abalam o tradicional mecanismo teórico e especulativo, sustentado apenas pelos meios empíricos e pela exegese documental.
O trabalho que a Faculdade de Ciências e Tecnologia (UC) desempenha conjuntamente com a Faculdade de Letras (UC) vem demonstrar que o saber científico não tem barreiras, e que as velhas querelas epistemológicas só podem ler-se à luz da história da epistemologia.
A moderna história da arte concebe-se deste modo, utilizando uma equipa de investigação transdisciplinar norteada em favor de uma causa, ou de um problema teórico que urge resolver-se. As ciências ditas sociais e humanas devem mover-se, em termos metodológicos, e com as devidas alterações promovidas pelos meios que possuem para produzir hipóteses e para diminuir os erros, no mesmo horizonte que as ciências ditas exactas e, nessa medida, concebe-se o objecto de trabalho como um problema que merece resolução integrada. A tecnologia ao serviço da história da arte (ou o contrário) promove um conjunto de bens ciéntíficos de grande fortuna cultural. E o que escapa a uns, enquanto processo de trabalho, pode não escapar a outros, consubstanciando-se assim um elo de conhecimento integrado que merece aplausos, e que dispõe a levantar os véus ao tempo, conduzindo-nos por outros caminhos que, até então, faziam parte de um horizonte utópico e irreal.
Neste sentido, a feliz e oportuna companhia científica, miscigenando a Física, a Química e a História da Arte, surte efeitos devastadores.
Dedicando alguns dos meus anos a investigar o trabalho escultórico coimbrão quinhentista, senti a falência do trabalho teórico sem a justa coadjuvação com os meios tecnológicos que a moderna ciência (também) coloca, com grande facilidade, à disposição das ciências humanas. O estudo consertado da arte é assim mesmo que tem de realizar-se, nesta integração científica onde se cruzam saberes solidificados, produzindo-se resultados que abalam o tradicional mecanismo teórico e especulativo, sustentado apenas pelos meios empíricos e pela exegese documental.
O trabalho que a Faculdade de Ciências e Tecnologia (UC) desempenha conjuntamente com a Faculdade de Letras (UC) vem demonstrar que o saber científico não tem barreiras, e que as velhas querelas epistemológicas só podem ler-se à luz da história da epistemologia.
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quarta-feira, abril 01, 2009
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